2015

E é essa energia que desejamos a todos nesse novo ano que chega.

A Triathlon logo vem com novidades, renovada, sempre em busca de espalhar a mensagem e de um mundo melhor.

Quinta passada foi dia de som, tocamos na festa MADE IN BRAZIL, no Silêncio, com a ilustre participação dos mestres Léo, Trompete, e Rafa, Sax alto. É sempre muita felicidade tocar com esses baita profissionais e irmãos que a vida nos deu.

Logo mais novidades.

Salve…

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E mais um ano que se vai…

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É rapaziada, o tempo voa. Mal consigo manter atualizado este blog, imaginem como anda a correria por aqui!!!  Mas não tenho o que reclamar, que 2015 seja tão ou mais intenso que este final de ano, com muito trabalho, descobertas, que sigamos plantando a nossa semente, e colhendo alguns frutos desse lindo e maravilhoso trabalho.

Dezembro fizemos boas parcerias. Primeiramente tocamos na escola Paula Soares, aqui no bairro onde crescemos e gostamos tanto. Foram 3 shows em 3 turnos. E nossa, foi incrível o carinho da galera, a receptividade na hora lá, e depois pelas redes sociais ou pelas pessoas que pude encontrar na rua. Foi demais.

Não me recordo se já havia falado sobre estes shows, mas que mal há em falar de novo do que foi bom?!

Tocamos também no “Dia do Voluntário” da Vida Urgente. Pra quem sabe este é um super projeto, ONG, ou como quiserem chamar, que tem como base o valor a VIDA, tem um foco maior no trânsito, nos cuidados,  mas valoriza a VIDA, pois a vide é URGENTE. Fomos muito bem recebidos, faz algum tempo que estamos nessa parceria, e o show foi lindo. Que seja longa essa parceria.

Passamos também pela Ilha da Pintada, esse eu sei que já falei, mas não custa relembrar, pois aquele lugar mora no meu coração.

Teve dois shows no Paraphernalia, um em uma parceria com a New Age Travellers, banda que faz um som meio folk,rock, misturado assim, alta sonzeira. Tava irada a noite, galera veio junto. E o outro com outra banda irada da cena porto alegrense, a Raiz de Nove, que faz um MPB, Samba, com novas pitadas agora na sua nova formação que teve estreia no show. Foi uma ótima celebração a música, lindo de se ver.

Rolou TRIATHLON no Scooba em Imbém, lugar que adoramos, e queremos voltar o quanto antes.

Teve show final de tarde de Domingo no Trapiche em Ipanema, com direito a super temporal pós show, caos total, hahahaha… mas tava irada a tarde!!!

Fizemos uma parceria com o Gangster, rapper de Porto Alegre que representa na cena, faz uma sonzeira. Fomos a uma escola lá no bairro Sarandi, ainda com a ilustre presença dos bboys da Restinga Crew, que mais uma vez mandaram muito, e fizemos um evento irado misturando Hip Hop e Funky Jamaican Ska.

Aproveitar pra mandar um abraço pra essa rapaziada, que faz parte da nossa família já.

Rolou também o ‘Me Gusta’, um evento que rola no Centro de Porto Alegre,  mistura artes,  marcas independentes de roupas e acessórios, brechós, LP, livros, drinks, cervejas, e muita alegria, magia, sorrisos e boas energias. Foi uma honra participar deste evento, que venham mais.

E acho que termina por aqui o resumo desses dias, posso ter esquecido algo, mas acontece.

Claro, tudo isso sem contar ensaios e tudo mais, criações, coisas novas que estão surgindo. Então assim, só posso dizer: obrigado a vida por isso. Cada dia me sinto mais perto do que quero conquistar… sinto que estou crescendo, sinto que a vida esta abrindo portas, depois de tanto plantarmos e semearmos, agora estamos colhendo.

Obrigado a todas pessoas que conheci nesses últimos tempos, que me fortaleceram e me roubaram belos sorrisos e mais vontade de seguir em frente.

Muito amor a todos, que tenhamos um 2015 maravilhoso, de muita paz, compartilhamento, e SOM,muito SOM.

VAleu!!!

Idas e vindas…

6

As últimas semanas foram de muito corre, um dos motivos de eu não conseguir achar tempo pra postar nada.

Agora, antes de partir pra mais um show, hoje na Ilha da Pintada, num evento irado chamado Colaí, resolvi dar uma atualizada na galera.

Vamos começar pelas ‘novidades’…

Após 2 anos de trabalho forte em parceria com a produtora Acontece na Música, que tinha como comissão de frente nossa querida Alice Sbeghen, a Nega, a alguns essa parceria se encerrou. Chegamos num estágio de novos acontecimentos onde as ideias não se bateram, acontece, e cada um optou por seguir seu caminho. Estamos de boa, não foi uma briga nem nada, mas a vida é assim, tem momentos que vem pra sacudir um pouco tudo e ali na frente se alinhar. Foram 2 anos de muito trampo, correria, muita coisa plantada e colhida, e é algo que levaremos pra sempre nas nossas memórias, e fará para sempre parte da história da TRIATHLON.

Em meio a essa mudança, veio  um momento de reestruturação. Por alegria nossa,  Dezembro tem muita coisa massa rolando em Porto Alegre e região, vários shows pra fechar esse ano com chave de ouro

Semana passada tocamos na Praça Coração de Maria em Esteio, lugar irado, evento sensacional o Rock na Praça. Tava quente, pressão la embaixo, mas fluiu lindamente tudo.

Sexta fizemos 2 shows em Santa Catarina, um na Praia do Rosa, lugar incrível, numa vibe mais light, mas abençoados pelo paraíso. E depois tivemos a honra de voltar ao Capetas, na Guarda do Embaú. Outro lugar que ta dentro dos nossos corações, lugar mágico, alta energia, e um público que não da pra descrever. Tava foda demais. Desculpe o termo, mas isso resume o que foi, irado.

Vai rolar bastante coisas na nossa querida Santa Catarina em breve, sim, voltaremos ao Paraíso e se tudo der certo vamos trabalhar muito por lá.

Conheci pessoas iradas nessa trip que rolou essa semana, sem palavras pra todos que tive oportunidade de trocar ideia.

Bom, to partindo nesse momento pra mais um show, como já falei antes, na Ilha da Pintada. Sensação de 40 graus, arrumando as coisas aqui, pilhadera extrema, e vamo lá que o som não pode parar.

Logo mais posto a agenda de Dezembro que ta chegando… altas paradas rolando, parcerias com bandas massa, fica ligado e nos da o presente da tua presença.

Valeu…

O que rolou, o que vai rolar….

lajeado

Aí a foto nossa com a Gabriela do programa Audiometro da TV Univates que participamos, em Lajeado.

Vamos falar de um pouco antes…

Pra quem não sabe nas ultimas semana estamos ensaiando com o Patrick, brother que tá salvando a gente e quebrando um galho na batera já que o Bruno Coronel tá com um probleminha aí. Fizemos alguns shows nesse formato já, foi: Estação ZH, no Parcão, Abertura dos Jogos do Colégio Farroupilha, o incrível JamRock em Lajeado, e finalizando o festival Rock Mestiço que rolou no último domingo.

O que falar desses show!? Não sei… mas todos foram irados. O no Parcão não foi dos melhores dias, São Pedro não quis ajudar, mas valeu, foi massa. A abertura dos jogos do colégio lá foi estranho, mas divertido. Muitos pais, poucos alunos, fomos em um formato reduzido, um power trio pegado, baixo, batera, guita e voz. Faziam acho que quase 10 anos que não tocava num formato assim, com volume, peso, foi massa!  O JamRock… bom, vou até abrir um novo parágrafo pra ele…

O JamRock… o que falar desse lugar?! Sensacional, começando pela humildade e parceria dos donos, que nos receberam muito bem, sem palavras, que todos os donos de casas fossem como eles, pessoas incríveis(não que não tenha outras casas que os donos sejam parceiros, mas nem todas); o lugar, diria roots, mas na elegância. Não é roots de atirado, é roots de simples, bom gosto, aconchegante, bonito, acolhedor. O mundo todo precisava conhecer aquele lugar, seria o point de muitas e muitas cidades do mundo, pois energia igual é difícil encontrar em qualquer lugar. Por exemplo, em Porto Alegre nunca existiria um lugar como aquele, pois nossas leis atuais não querem lugares assim, simples, energizantes, ou tu investe alta grana, cobra ingresso caro, faz milhões de reformas, ou teu bar fecha. A simplicidade foi deixada de lado nas ‘grandes cidades’, pelo menos por aqui. É proibido ser simples, pode ser o lugar mais irado do mundo, mas né, vai roubar publico do fulano e ciclano que dão um extra lá pros malucos que fazem as ‘leis’.

Vida longa ao JamRock, com certeza um dos lugares mais irados por onde passei. Um pico de skate, uma escada feita de shapes, um palco no half pipe, altas pinturas, desenhos loucos, um jardim lindo, uma horta, nossa. recheado das melhores vibrações.. quero o quanto antes voltar!!!!

E domingo, como já falei, tocamos no festival  do Rock Mestiço. Outro evento irado. Rolou Triathlon, La Digna Rabia, Bombo Larai, Afoxetal e Cuscobayo. Bandas com estilos diferentes, mas com uma ligação forte, uma sintonia, cada um com seu rock, com seu som, com suas singularidades. Difícil explicar, mas irado demais. Conhecia algumas, e outras me surpreenderam bastante. Quanta sonzeira rolando em Porto Alegre, quanta alegria participar de um evento como este. Que venham mais, que role a segunda, terceira, vigésima edição desse festival.

E finalizando, não bem na ordem, mas ontem rolou Triathlon no programa Audiômetro, aquele da foto lá encima. Sobre o programa só posso dizer que o bom gosto predomina, não pela escolha da Triathlon, e sim pelo lugar, o incrível Teatro da Univates, que parece ter vindo de outro mundo, a humildade de toda equipe extremamente dedicada e competente, uma apresentadora que manda muito, uma dinâmica de programa muito interessante, e é claro, uma estrutura irada pra que a banda possa mostrar seu trabalho da melhor forma. Programa irado, estão de parabéns, foi uma honra participar.

Bom, por hoje é isso, resumão das ultimas semanas… logo tem mais coisa, Outubro vem com ‘novidades’, novas cidades, só alegria.

Viva a música.

De volta…

Fiquei um tempo longe, peço desculpas… diversos motivos, mas agora estou retomando os trabalhos..]

 

Último post foi sobre tattoo, uma das minhas coisas preferidas.

 

Mas vamos falar dos últimos acontecimentos, cidades que passamos, e tudo mais,

 

Foi incrível as últimas tour que fizemos. Passamos por Pelotas, cidade que curtimos demaaaaais, Cassino que tive o prazer de conhecer, Rio Grande que é maravilhosa também.  Fizemos alguns shows acústicos. Pelotas voltamos em parceria com nosso amigo Rubira e metemos um show irado no Observatório, em parceria com a galera do Inraize, grandes músicos e pessoas.

 

Isso faz um tempinho já. Nosso último paradouro foi Erechim e Passo Fundo. Não conhecia ambas, e foi irado demais. Uma galera massa, receptiva, veio junto. Cidades lindas, limpas, energizadas. Espero, esperamos, voltar pra todas, pois a cada me apaixona mais pelos lugares que passamos.

 

 Essa semana lançamos um vídeo novo da série que viemos trabalhando a um tempo, a MUSITEK SESSION. Lançamos uma versão de uma música que marcou nossa adolescência, “Seja com Sol Seja com a Lua” da Tequila Baby. Parceria que fizemos com o mestre Duda Calvin nos dando a honra de cantar ela e nós fazermos a parte instrumental. Se não viu ainda, curte aqui então: http://www.bandatriathlon.com.br

E por hoje é isso. Logo mais novidades, e mais novidades. Muito som e boa música a todos.

 

Valeu… 

Tatuagem

Vamos falar de tattoo…

 

O que dizer? Uma arte milenar, representativa, instigante, estética, poética, complementar, tudo isso e muito mais. É mais ou menos por aí que enxergo a coisa.

 Sou um amante da tatuagem. se tivesse aplicado todas ideias que tenho provável que já não teria mais partes ‘limpas’ para tatuar. Mas será que essa não é a mágica da coisa?! Afinal, ideias vem com momentos, sendo assim a tatuagem acaba por representar aquele momento pra ti, eternamente. Eis a mágica da coisa, por que não? Pode ter um caráter estético, nem tudo precisa ter significado na vida também, tem certas coisas que é apenas pra incrementar o corpo, como alguns dizem: era pra ter nascido assim já.

 

Fiz minha primeira tattoo quando eu tinha 14 anos. Era uma criança, adolescente, queria fazer algo diferente. Fui a um estúdio ‘atirado’ que  um amigo meu conhecia, peguei o caderninho aquele cheio de desenho, apontei um que havia ali, o tatuador concordou, e fizemos a primeira sessão. Bem assim, sem noção, sem um porque, eu simplesmente queria me tatuar. NÃO ME ORGULHO DISSO, afinal essa tattoo ficou anos e anos no meu corpo, nunca terminei, o tatuador até veio a falecer nesse meio tempo, e assim fiquei, com um desenho que não tinha nem caráter estético e nem significava algo pra mim. 

 

Essa tattoo hoje, meu amigo, irmão e grande artista Jack Soares já cobriu, graças a deus. Demorou alguns anos, mas felizmente hoje tenho uma arte que gosto em meu corpo.

 

Acho que a tatuagem é algo como compor. Tu sente a vontade de fazer tal coisa, as vezes não esta repleta de significados, mas no teu inconsciente existe um porque. Como falei no meu último post, tenho um microfone que significa a minha voz, em 1987, ano que eu nasci, uma nova voz veio ao mundo, única, como todas, especial, como todas, pois é minha, só minha, e eu fiz a escolha de compartilha-la com o mundo, e espero tocar alguém com ela.

 

Tenho um Jimi Hendrix que quem conhece sabe que era uma cara que sentia o som dentro dele, fazia ‘amor’ com sua guitarra, pra mim representa o sentimento e o viver a música. Tenho a paz, a fauna, a flora, tudo misturado, em harmonia, COMO DEVERIA SER. Uma singela homenagem a minha falecida vó, que me ensinou muito, e até hoje aprendo com ela. E finalizando, o ‘Rock’n Roll’, que seria minha ideologia musical, passei por diversos estilos, experimentei diversa coisas, e essa palavra resume pra mim muita coisa, o meu intuito musical. Difícil explicar exatamente, é mais ou menos isso. 

 

Por enquanto é só, por enquanto, pois com certeza vem mais por aí, o quanto antes! ehhehe…

Algo sobre tattoo que é de se pensar, pois vejo tanta coisa sinistra por aí é: procure um bom profissional, um bom estúdio, limpo, bonitão, cuidado. Tatuador é um artista que tem que ser completo, saber desenhar, saber aplicar a coisa, saber te ouvir e te passar o melhor caminho. Tatuagem é uma arte na pele, que fica pra sempre, então NÃO É BARATA, e NÃO É CARA, é justa. Não adianta tu pagar mixaria pra um cara com uma máquina e ter um desenho torto pra sempre. Se quer fazer, faz direito, faz pra ficar perfeito, com o cara certo no lugar certo, na hora certa.

 

Sinceramente fico triste com algumas coisas que vejo na rua, na praia então, noooossa. Talvez se a tattoo fosse mais difundida as pessoas teriam mais noção do que fazer, do que é bom e do que é ruim. Sou da teoria que o desenho na pele sempre fica mais bonito do que no papel. Ao menos comigo é assim. É possível fazer exatamente o que tu tens na cabeça, sempre. A galera que acha que realismo é o mais difícil, não vai nessa, tu copiar algo já pronto não é tão foda assim. Tribais, Maoris, também são bem específicos, e muito difíceis. 

 

Isso tudo é um ponto de vista meu, é claro, compartilhando algumas ideias e experiências que tive.

Resumindo, uma tatuagem bem feita seria: bem colocado no corpo, pois tu se move, teu braço dobra tua cabeça gira, e a tattoo tem que ser colocada sempre de forma que funcione, ela joga com o corpo, e não é atirada no corpo; tem que ser feita por uma pessoa saiba desenhar, criar, afinal ele é um ‘desenhista de corpos’, se tu coloca arte na pele de alguém tu deveria saber fazer algo belo num papel também, e não copiar e ir lá e aplicar na pele, isso não funciona, tu transforma a pessoa numa tela móvel, mesmo bem aplicada a tatuagem tem que ser pensada de acordo com o corpo de cada um; local limpo, essencial, tem que ser limpo, afinal milhões de doenças se pode pegar fazendo num buraco qualquer por aí.

 

Ta bem resumido isso, mas acho que é por aí. Valorizem essa arte que é maravilhosa, façam tattoos, mas FAÇAM DIREITO.

 

Valeu?!?! 

 

 

 

 

 

Uma nova voz…

Tempos atrás vi uma ‘palestra’ com Dave Grohl falando sobre música. De onde surgiu esse amor dele, histórias de suas primeiras gravações, shows, a época do Nirvana, a morte de Kurt, as primeiras gravações do Foo Fighters,…

Algo me chamou a atenção, e resolvi registrar essa semana!

Baseado nessa palestra cheguei a conclusão que no dia 10 de Novembro de 1987 nasceu uma nova voz. Segundo Grohl cada pessoa tem a sua voz, única, e que essa é a magia, pois não existem vozes mais bonitas que outras, cada voz é singular, a tua voz é tua, sempre será.

Penso que é como a alma, a voz é uma representação sonora dela!!!

Viajem?! Não sei, mas sinto isso.. diversos cantores por aí de sucesso e muito talento nunca entrariam num The Voice da vida, ou qualquer outro similar, não, seria muito difícil! Mas é a sinceridade talvez, a singularidade de cada um deles que faz o diferencial, a essência, a alma falando toca as pessoas.

Um instrumento que vem do berço, que aprendemos ao natural a ‘toca-lo’, que expressa todas as sensações possíveis: agradece, xinga, acalma, ama, briga, grita… nosso contato com o mundo, nosso poder de expressar, passar uma mensagem.

Cada voz tem a sua vibe, a sua energia, cada voz é única. A tua voz, é só tua.